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Já a carta, é perfeita para ser partilhada, destacando-se pratos de conforto como a corvina com arroz fresco de limão e coentros ou o arroz de cabrito com enchidos e laranja. O espírito é o dos pratos para partilhar, empratamentos sem rococó, estética bistrô, sabores tugas, do croquete em brioche com jus, à língua de vaca com grão e poejo, passando pelas migas boaboa.pt com abanicos de porco ou o arroz doce de sarrabulho. Estamos perante cozinha portuguesa pela geração pós-Maria de Lourdes Modesto, pós-Avillez, pós-Michelin, receitas tradicionais em ácidos, em vez de um twist o que temos muitas vezes são mortais encarpados — mas não à retaguarda.
– Centro de Arte Moderna da Gulbenkian
As casas enquadram-se no projeto Eco-Bairro, que inclui pequenos espaços verdes, o reaproveitamento da água das chuvas para rega, eficiência energética com recurso a soluções de isolamento passivo e aquecimento de águas com recurso a energia solar. Lá dentro, mesas apertadas, sendo a sala interior uma coisa sem graça, com vista para uma cozinha aberta sem graça onde há mais pessoas sisudas. O sítio parece um avançado do célebre restaurante Edmundo, mesmo ao lado, não tem reclamo não tem nada. Ao anoitecer escuta-se o fado nos restaurantes típicos portugueses, e passa-se pelo Cais do Sodré que se enche de luzes e de gente que ali aprecia o lado mais boémio de Lisboa.
Admissão ao mercado de capitais
Felizmente, em Lisboa há muitos sítios onde podes ‘devorar’ estas sandes, como é o caso d’As Bifanas do Afonso – um dos nossos spots favoritos na cidade. Estamos a falar, claro, da imensa arte urbana que podes visitar em toda a cidade de Lisboa, das quais te podemos destacar 10 murais absolutamente incríveis. Fica no Chiado a livraria mais antiga do mundo inteiro ainda em funcionamento, palavra do livro dos Recordes do Guiness. Se preferires algo mais calmo e original, a casa e o jardim da diva do Fado, Amália Rodrigues, é o lugar a ir. Se quiseres ficar na “história” da cidade, com este poeta tens de tirar uma fotografia. Arte urbana é o que não falta um pouco por toda a cidade de Lisboa, das paredes aos muros, das instalações aos passeios.
Alcântara, Marvila e Beato: bairros emergentes e criativos
Já aos fins de semana, a aposta é para o menu de partilha com preço definido (30€) numa tentativa de abrir ainda mais a porta a quem vive na cidade. É tudo anunciado à porta numa lita de pratos ainda escrita à mão. Entre os pratos mais famosos está, claro, o acarajé à moda da Bahia, um pastel com camarão seco e feijão fradinho, frito em azeite de dendê e que deve ser ensopado no molho picante de malagueta, a famosa pimentinha brasileira. Um esforço que é também fruto de muitas visitas a restaurantes – e nunca é demais lembrar que a Time Out não escreve sobre restaurantes onde não foi, assim como os críticos da Time Out visitam os restaurantes anonimamente e pagam pelas suas refeições. Um português que ganhe um salário médio – no qual a hora de trabalho valha cerca de 10 euros – tem de trabalhar 181 horas para comprar um m2 de uma casa no centro de Lisboa. A capital portuguesa destaca-se pela ótima qualidade de vida, bom clima, simpatia local e custo de vida acessível.
Casa em condomínio à Venda, Zelia Barbosa Rocha, Arapiraca, AL
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- Se é lula, sabemos identificar a lula no prato.” O exemplo não é um acaso, não fosse a lula de toneira grelhada com manteiga de ovelha (25€) um prato que o acompanha.
- Tomou o vizinho Chimarrão, agora extinto, na Praça do Chile, e multiplicou-se noutros dois espaços, um no Intendente e o outro em Cacilhas.
É assim o Izakaya, o segundo restaurante de Tiago Penão, a poucos metros do Kappo. No menu, são várias as opções vegetarianas, vegans e também sem glúten, mas nada tema que também há uma diavola (15€) ou uma parma (17,50€). Escondida numa rua, perto da Praça das Flores, esta é uma pizzaria biológica, o que significa que aqui só se trabalha com fornecedores orgânicos, tanto portugueses como italianos. São, provavelmente, as pizzas com a massa mais fina da cidade, o que as torna surpreendentemente leves.
Filha da mítica Maria Paola, fundadora dos restaurantes Casanostra e do Casanova, Erica tem trilhado o seu caminho a solo, dentro da cozinha, depois de ter trabalho em cinema, como caracterizadora. A porta mantém-se fechada, a mística do espaço conhecido pela discrição também e o bife de lombo não perdeu nenhuma das características que fez do prato um dos mais badalados da cidade há já quatro décadas. Não admira, porque a comida da Tia Alice, natural da Ilha de São Vicente, dá muita energia, sempre pratos do dia de raiz africana, da moqueca à moamba, com passagem por Portugal (atenção ao arroz de pato de fusão cabo-verdiana ou às iscas de porco). A Tia Alice é dessas mulheres fortes que dominam os restaurantes com a sua presença na cozinha e na sala. Hoje, o restaurante focou-se no que faz melhor e são várias as opções – consta que The Weeknd devorou um “glamorous” (12,50€), com carne 100% Black Angus, bacon crocante e prensado, cheddar e cebola caramelizada.
A Sé de Lisboa é a igreja mais antiga da cidade e a sede do Patriarcado de Lisboa e da Paróquia da Sé. O Teatro Nacional de São Carlos é a nossa casa da ópera por excelência, munida de uma sala de concertos ímpar em Lisboa e no país. E esta é a rua mais verde de Lisboa, decorada com o que de mais fresco existe. Uma vez no Lx Factory, não há como não visitar as suas famosas casas de banho. A Bertrand Chiado é a livraria mais antiga do mundo e fica cá em Lisboa, mais precisamente no Chiado.
Lisboa nunca teve a vida gastronómica que tem actualmente, mas ainda assim quando se trata de comer fora de horas as escolhas reduzem-se radicalmente. O Zé dos Cornos é um restaurante para ir sem preconceitos e sem medo de sujar as mãos. Há rissóis de leitão, de camarão, pastéis de bacalhau e croquetes para comer com um copinho de vinho ou de ginja.
